"Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda." (Paulo Freire)
15 de jan. de 2012
APRENDER BRINCANDO
Brincar é coisa séria
A importância de brincar
A criança não é um adulto que
ainda não cresceu. Ela tem características próprias. Para alcançar o
pensamento adulto (abstrato), ela precisa percorrer todas as etapas de
seu desenvolvimento físico, cognitivo, social e emocional. Seu primeiro
apoio nesse desenvolvimento é a família. Posteriormente, esse grupo se
amplia com os colegas de brincadeiras e a escola.
Brincando, a criança desenvolve
potencialidades; ela compara, analisa, nomeia, mede, associa, calcula,
classifica, compõe, conceitua, cria, deduz etc…
Sua sociabilidade se desenvolve;
ela faz amigos, aprende a compartilhar e a respeitar o direito dos
outros e as normas estabelecidas pelo grupo, e a envolver-se nas
atividades apenas pelo prazer de participar, sem visar recompensas nem
temer castigos. Brincando, a criança estará buscando sentido para sua
vida. Sua saúde física, emocional e intelectual depende, em grande
parte, dessa atividade lúdica.
Etapas
O
brincar também tem suas etapas de desenvolvimento. A criança começa a
brincar sozinha, manipulando objetos. Posteriormente, procurará
companheiros para as brincadeiras paralelas (cada um com seu brinquedo).
A partir daí, desenvolverá o conceito de grupo e descobrirá os prazeres
e frustrações de brincar com os outros, crescendo emocionalmente.
Etapas
Brincar em grupo evita que a
criança se desestimule, mesmo quando ainda não sabe brincar junto. Ela
aprende a esperar sua vez e a interagir de forma mais organizada,
respeitando regras e cumprindo normas. Com os grupos ela aprende que, se
não encontrarmos uma forma eficiente de cooperar uns com os outros,
seremos todos prejudicados. A vitória depende de todos. Aprende-se a
ganhar e a perder.
A atividade lúdica produz entusiasmo. A criança fica alegre, vence obstáculos, desafia seus limites, despende energia, desenvolve a coordenação motora e o raciocínio lógico, adquirindo mais confiança em si e aprimorando seus conhecimentos.
Escolhendo os brinquedos
Veja algumas indicações que podem ajudar a escolher os brinquedos:
• Interesse
É o brinquedo que convida a brincar, que desafia seu pensamento.
• Adequação:
Deve atender a etapa de desenvolvimento em que a criança se encontra e suas necessidades emocionais, sócio-culturais, físicas e intelectuais.
• Apelo à imaginação:
Deve estimular a criatividade e não limitá-la.
• Versatilidade:
O brinquedo pode ser usado de diferentes formas, explorando a inventividade.
• Composição:
As crianças gostam de saber como o brinquedo é por dentro.
• Cores e formas:
O colorido, texturas e formas diferentes a estimulam sensorialmente.
• Tamanho:
Deve ser compatível com sua motricidade (quanto menor a criança, maiores serão as peças do brinquedo).
• Durabilidade:
Brinquedos muito frágeis causam frustração não somente por que se quebram, mas também porque não dão à criança tempo suficiente para estabelecer uma relação com eles.
• Segurança:
Este é um dos mais importantes itens na escolha de um brinquedo. Deve ser feito de tinta atóxica, sem pontas e arestas nem peças que possam se soltar.
Quanto à brincadeira
• Dê tempo para que a criança possa explorar o material, deixando que ela tente sozinha, mas estando disponível se precisar de ajuda.
• Estimule sua auto-estima; faça com que ela se sinta capaz de aprender, dando-lhe o tempo que precisar.
• Encoraje suas manifestações espontâneas, permita que ela tome a iniciativa.
• Introduza propostas novas, estimulando a resolução de problemas.
• Escolha brinquedos adequados ao nível de desenvolvimento e interesse da criança.
• Aumente a dificuldade se notar que o jogo está fácil demais e reduza-a se estiver além de seu entendimento.
A atividade lúdica produz entusiasmo. A criança fica alegre, vence obstáculos, desafia seus limites, despende energia, desenvolve a coordenação motora e o raciocínio lógico, adquirindo mais confiança em si e aprimorando seus conhecimentos.
Veja algumas indicações que podem ajudar a escolher os brinquedos:
• Interesse
É o brinquedo que convida a brincar, que desafia seu pensamento.
• Adequação:
Deve atender a etapa de desenvolvimento em que a criança se encontra e suas necessidades emocionais, sócio-culturais, físicas e intelectuais.
• Apelo à imaginação:
Deve estimular a criatividade e não limitá-la.
• Versatilidade:
O brinquedo pode ser usado de diferentes formas, explorando a inventividade.
• Composição:
As crianças gostam de saber como o brinquedo é por dentro.
• Cores e formas:
O colorido, texturas e formas diferentes a estimulam sensorialmente.
• Tamanho:
Deve ser compatível com sua motricidade (quanto menor a criança, maiores serão as peças do brinquedo).
• Durabilidade:
Brinquedos muito frágeis causam frustração não somente por que se quebram, mas também porque não dão à criança tempo suficiente para estabelecer uma relação com eles.
• Segurança:
Este é um dos mais importantes itens na escolha de um brinquedo. Deve ser feito de tinta atóxica, sem pontas e arestas nem peças que possam se soltar.
Quanto à brincadeira
• Dê tempo para que a criança possa explorar o material, deixando que ela tente sozinha, mas estando disponível se precisar de ajuda.
• Estimule sua auto-estima; faça com que ela se sinta capaz de aprender, dando-lhe o tempo que precisar.
• Encoraje suas manifestações espontâneas, permita que ela tome a iniciativa.
• Introduza propostas novas, estimulando a resolução de problemas.
• Escolha brinquedos adequados ao nível de desenvolvimento e interesse da criança.
• Aumente a dificuldade se notar que o jogo está fácil demais e reduza-a se estiver além de seu entendimento.
E lembre-se: quando apresentar
um brinquedo a seu filho, demonstre interesse. Uma caixa vazia,
dependendo de como lhe for apresentada, poderá virar uma casa, um barco,
um carro, uma torre, uma cama de bonecas, um fogão... ou, simplesmente,
uma caixa vazia.
Dra. Sandra Kraft do Nascimento
Publicação: Janeiro 2000 - Edição: 3
20 qualidades do professor ideal
Ao listar características de bons professores, o Referencial para o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente reconhece que nem todos podem ser avaliados por provas. O docente ideal:
1. Domina os conteúdos curriculares das disciplinas.
2. Tem consciência das características de desenvolvimento dos alunos.
3. Conhece as didáticas das disciplinas.
4. Domina as diretrizes curriculares das disciplinas.
5. Organiza os objetivos e conteúdos de maneira coerente com o currículo, o desenvolvimento dos estudantes e seu nível de aprendizagem.
6. Seleciona recursos de aprendizagem de acordo com os objetivos de aprendizagem e as características de seus alunos.
7. Escolhe estratégias de avaliação coerentes com os objetivos de aprendizagem.
8. Estabelece um clima favorável para a aprendizagem.
9. Manifesta altas expectativas em relação às possibilidades de aprendizagem de todos.
10. Institui e mantém normas de convivência em sala.
11. Demonstra e promove atitudes e comportamentos positivos.
12. Comunica-se efetivamente com os pais de alunos.
13. Aplica estratégias de ensino desafiantes.
14. Utiliza métodos e procedimentos que promovem o desenvolvimento do pensamento autônomo.
15. Otimiza o tempo disponível para o ensino.
16. Avalia e monitora a compreensão dos conteúdos.
17. Busca aprimorar seu trabalho constantemente com base na reflexão sistemática, na autoavaliação e no estudo.
18. Trabalha em equipe.
19. Possui informação atualizada sobre as responsabilidades de sua profissão.
20. Conhece o sistema educacional e as políticas vigentes.
Fonte: Adaptado de Referenciais para o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente - Documento para Consulta Pública, MEC/Inep.
Ao listar características de bons professores, o Referencial para o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente reconhece que nem todos podem ser avaliados por provas. O docente ideal:
1. Domina os conteúdos curriculares das disciplinas.
2. Tem consciência das características de desenvolvimento dos alunos.
3. Conhece as didáticas das disciplinas.
4. Domina as diretrizes curriculares das disciplinas.
5. Organiza os objetivos e conteúdos de maneira coerente com o currículo, o desenvolvimento dos estudantes e seu nível de aprendizagem.
6. Seleciona recursos de aprendizagem de acordo com os objetivos de aprendizagem e as características de seus alunos.
7. Escolhe estratégias de avaliação coerentes com os objetivos de aprendizagem.
8. Estabelece um clima favorável para a aprendizagem.
9. Manifesta altas expectativas em relação às possibilidades de aprendizagem de todos.
10. Institui e mantém normas de convivência em sala.
11. Demonstra e promove atitudes e comportamentos positivos.
12. Comunica-se efetivamente com os pais de alunos.
13. Aplica estratégias de ensino desafiantes.
14. Utiliza métodos e procedimentos que promovem o desenvolvimento do pensamento autônomo.
15. Otimiza o tempo disponível para o ensino.
16. Avalia e monitora a compreensão dos conteúdos.
17. Busca aprimorar seu trabalho constantemente com base na reflexão sistemática, na autoavaliação e no estudo.
18. Trabalha em equipe.
19. Possui informação atualizada sobre as responsabilidades de sua profissão.
20. Conhece o sistema educacional e as políticas vigentes.
Fonte: Adaptado de Referenciais para o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente - Documento para Consulta Pública, MEC/Inep.
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